Se fosse azedo e doce ao mesmo tempo, seria agridoce. Só que é ácido. E doce. Mas ácido primeiro.
sábado, 10 de outubro de 2009
Cérebro mestre... eu??
sábado, 12 de setembro de 2009
Eu vou saber (conto)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
De volta ao maternal
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Pseudobesteirol


sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Best thing (bêbado fala inglês)
Como é bom escrever com o grau etílico elevado, não? Tinha que haver lei para isso. Se dirigir, não beba. Mas se beber, escreva! Já liberei os fantasmas em confissões a esmo durante a noite. Sorte de quem lê agora. Só sobraram os prazeres e desprazeres poéticos para compartilhar.
E poesia de bêbado é o que há de mais sincero. Saem boas pérolas dali. Daqui. E, apesar da pressão no crânio, das pálpebras obesas, dos lábios dormentes, e da insanidade temporária, que pessoas interessantes ficamos depois de uns copos! Tão articuladas e sem pudores... tão engraçadinhas.
Fora que ninguém eleva o grau etílico sozinho. Tem sempre um amigo tão ruim quanto para acompanhar as bobeiras e destemperos. Mas tem que ser amigão mesmo, baú sem chave, ou o dia seguinte pode virar literalmente uma dor de cabeça.
Afinal, do que é que eu estou falando? Estou falando que amizade é a melhor coisa da vida. E com acompanhamento então... é uma festa. Feliz demais por ter os amigos que tenho. Uns tão diferentes dos outros, mas todos perfeitamente compatíveis comigo. Tem gente boa para toda ocasião. Oh sorte! Tudo bem, bêbado ama todo mundo. Mas dá pena de quem se leva muito a sério para se doar a esses momentos.
Tenhamos histórias para contar...
Obs.: tudo com moderação. Esquecer toda e qualquer coisa no dia seguinte também não é legal.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Brincadeirinha sem fim
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Parece que todos eles se divertem, se sentem mais dignos (e talvez mais úteis), disputando a última palavra, o discurso mais eloquente, a cara mais assustadora. O irritante é que essa testosterona toda só aparece quando se trata de briguinhas ‘lado A X lado B’. É esse o tipo de pauta que os faz pular felizes da cama na SEGUNDA-FEIRA (dia normalmente morto no Senado) e ir discursar – guerrear - no plenário.
E fica nítido os que estão ali essencialmente para aparecer; treinar uma retórica ultrapassada; tentando, aos trancos e barrancos, ressuscitar no cenário político. Aliás, palco político soaria melhor que cenário neste caso.
Mas este post não pretende julgar ninguém, porque condenando-se um absolve-se outro, e não vejo lado algum que mereça defesa ali. A cara-de-pau de quem arquiva todas as denúncias sobre a múmia da política atual é tão desprezível quanto a de quem acusa só até certo ponto, porque a partir dali pode sobrar para todo mundo. Isso fica claro nas defesas estilo ‘devo, mas quem não deve?’, que raras vezes são desafiadas.
As questões: como é que ficam as outras pautas, quando só se fala em múmia? Então a principal utilidade do Senado é discutir corrupção no Senado? Por que não separar um grupo e investigar de uma vez todas as acusações? Por que arquivar tudo num dia sabendo que vai ter recurso no outro? É uma perda de tempo tão ridícula, um desgaste tão irracional, que não é possível que compense.
Mas não tem fim. Essa brincadeirinha não tem fim. Até, é claro, que seja substituída e esquecida assim que um novo escândalo vier à tona. E neste dia o Senado ficará lotado outra vez; e dedos serão levantados outra vez; e xingamentos proferidos; enquanto outros coronéis, cangaceiros de #$%¨$ e múmias tomam novamente os papéis de protagonistas na nossa história.
Que malas que vocês são, meus caros!
domingo, 9 de agosto de 2009
Poeta (sambinha)
O moço bonito, na beira da estrada
Não sabe o destino, mas quer encontrar
Com violão nas costas, sorriso estampado
Não se preocupa em se preocupar
O moço bonito, na beira do asfalto
Não precisa de carro para levar
Vai a pé, vai com o vento, vai sedento
Do que quer conquistar
Tem alma de poeta, numa luta secreta
Ele quer divertir e emocionar
Ele quer divertir e emocionar
Tem alma de poeta, numa luta secreta
Ele quer divertir e emocionar
quer divertir e emocionar
XXX
O moço tão lindo, tão mirabolante
É só um menino que vive o instante
Que fez da vida o que queria fazer
Um glorioso palco pra se conhecer
Tem alma de poeta, numa luta secreta
Ele quer divertir e emocionar
Ele quer divertir e emocionar
**Resultado de um domingo de ócio total. Me desculpem os compositores decentes!
